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Governo cobra agilidade a empresas na construção de casas

Secretário Marco Fireman disse aos empresários que “é preciso trabalhar dia e noite” para concluir obras emergenciais

Governo cobra agilidade a empresas na construção de casas

O secretário Marco Fireman reafirmou que empresas que descumprirem prazo para início das obras serão descredenciadas (Foto: Thiago Sampaio)

Acássia Deliê

Em reunião realizada na manhã desta terça-feira (11), a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra-AL) voltou a cobrar esforços redobrados para a execução das obras emergenciais nos municípios atingidos pelas enchentes de junho. O encontro foi organizado pelos empresários da construção civil, após a primeira notificação enviada pela Seinfra-AL no último dia 4.

Em entendimento com a Caixa Econômica Federal, a Seinfra-AL determinou o prazo de dez dias para o início da construção de 976 casas no município de Branquinha, sob pena de cancelamento do contrato com a empresa executora.

“Sabemos que existem dificuldades, mas estamos vendo algumas empresas superando tudo isso e dando andamento às obras, enquanto outras estão praticamente paradas. Estamos vivendo uma situação de calamidade e as pessoas que estão nos abrigos provisórios não podem mais esperar por suas casas”, ressaltou o secretário Marco Fireman.

Segundo os empresários do setor da construção civil a falta de mão de obra qualificada é um dos principais gargalos para a execução das obras. “O governo estadual está correto em cobrar uma resposta rápida das empresas, mas é necessário detalhar quais são as nossas maiores dificuldades hoje, principalmente a falta de profissionais disponíveis no Estado. Mas todas as empresas estão empenhadas para entregar as obras o mais rápido possível”, garantiu o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Alagoas (Sinduscon-AL), Marcos Holanda.

Para o secretário Marco Fireman, a conclusão das obras vai fortalecer as empresas locais. “O governador Teotonio Vilela Filho determinou prioridade para a contratação de empresas alagoanas e elas precisam mostrar agilidade nessa execução. É preciso trabalhar dia e noite para levar de volta a dignidade às vítimas das enchentes”, disse Fireman.

Cerca de 17,8 mil casas serão reconstruídas nos municípios atingidos pelas enchentes. Desse total, o governo estadual de Alagoas já aprovou e contratou 17,6 unidades, junto à Caixa, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida.

No final de 2010, duas reuniões foram realizadas com representantes de todas as empresas contratadas para executar os projetos emergenciais. Na última, no mês de dezembro, o governador Teotonio Viela Filho enfatizou que solicitaria à Caixa a substituição das empresas que não iniciassem as obras até a última semana de 2010.

As obras estão mais avançadas nos municípios de Rio Largo e Quebrangulo, onde as primeiras habitações devem começar a ser entregues no mês de junho. Cada casa possui 41 m² e possui sala, cozinha, banheiro, dois quartos e área de serviço. Além disso, 3% dos imóveis são adaptados para portadores de deficiência física.

 

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